31 maio 2015

Filme: Entre Abelhas


Título: Entre Abelhas  
Ano de produção: 2015
Direção: Ian SBF
Gênero: Comédia. Drama. Fantasia.
Sinopse: Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Giovana Lancelotti). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê – até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo com cada vez menos gente.





É difícil falar de Entre Abelhas porque não é um filme raso. Para entender, especialmente sentir, Entre Abelhas, é preciso mergulhar profundamente nessa trama que aparentemente comum. Ah, Erica, um filme sobre um cara de quase trinta anos que acabou de se separar? O que isso tem de interessante? E, espera, como assim ele não consegue ver as pessoas ao seu redor? E é aí que mora todo o problema do nosso querido protagonista: o que fez e/ou faz com que ele não veja mais as pessoas?


O roteiro de Entre Abelhas estava há muito tempo nas cabeças de Fabio Porchat e Ian SBF, mas, no entanto, só há pouco se transformou em um filme tragicômico com uma pegada fantástica. Não sei como surgiu a ideia desses dois, mas que sacada massa! Imaginem vocês: pegar a problemática de uma separação amorosa e, por meio dela, explorar toda uma gama de questões existenciais e de comportamento humano. Super bacana!
Não é um filme que nos responde, mas sim que nos questiona. Questiona-nos bastante. Atentar-se aos pormenores e às entrelinhas é essencial para identificar a intenção do longa. 


Depois da separação, Bruno fica sem chão e sem rumo. É como se a vida dele perdesse o sentido. Ele sequer sabe a razão pela qual sua mulher quis a separação, e isso o consome. Mergulhado numa tristeza e angústia aparentemente sem fim, Bruno vai perdendo aos poucos a capacidade de enxergar as pessoas que estão a sua volta. Ele sabe que elas existem, que estão lá, mas não mais as consegue ver. Um pouco mais a cada dia, desaparecem desde desconhecidos, celebridades, jogadores de seu time do coração, até mesmo pessoas que um dia lhe foram muito importantes. 


Assistir filme no cinema tem um gosto diferente: há diversas reações diante de uma mesma cena. No entanto, percebi que a minoria estava conectada verdadeiramente com o filme, sentindo-o de forma notória. A maioria estava ali esperando por uma cena cômica, uma frase que as fizesse rir. E sim, tem cenas cômicas, mas apenas para aliviar o ar espesso do drama. A mãe de Bruno e o Nildo, o garçom que ela contrata para protagonizar uns "testes" com a finalidade de Bruno voltar a ver as pessoas, por exemplo, cobrem boa parte do lado cômico. No entanto, com o passar do filme, eu ri cada vez menos das partes cômicas. Eu estava muito ocupada preocupada com o problema do Bruno. Eu estava verdadeiramente preocupada comigo mesma e com todas aquelas verdades que estavam sendo deixadas nas entrelinhas de cada cena. O filme me incomodou. E isso foi e é bom. Uma obra só vale a pena quando nos incomoda, quando nos cutuca, quando nos tira da zona de conforto.


A frase na imagem acima foi dita a Bruno por seu amigo Davi (Marcos Veras). É possível um casamento maravilhoso terminar sem nenhum motivo? Será que o casamento de Bruno era mesmo maravilhoso? Ou apenas Bruno o via assim? Talvez fosse difícil Bruno admitir que o problema era ele mesmo. Concordo com Davi, somente nisso, afinal acredito que esse personagem foi criado com o intuito de incomodar e de representar uma boa parcela do machismo deprimente presente em alguns homens, a fim de incomodar o espectador, para que esse último rebata as ideias do primeiro, desconstruindo atitudes e ideologias ofensivas. 


Quem dera fôssemos ao menos um pouco semelhantes às abelhas! Será que vocês e eu sabemos a nossa função no mundo? Que tipo de abelha nós somos? O que acontece quando não sabemos qual a nossa função? Ficamos perdidos? Sem rumo? Nada faz sentido? Faz sentido que nada faça sentido quando não há sentido no que fazemos. Quando não sabemos qual é o nosso papel no mundo, nos isolamos. Quando nos isolamos, nos entristecemos por completo. Quando nos entristecemos por completo, nada mais tem importância ou sentido. Quando nada mais faz sentido, apenas sobrevivemos. É quase impossível enxergar o outro quando sequer conseguimos nos enxergar. Sou tentada a concluir que o Bruno nunca tenha enxergado os outros e a si próprio.  Ele via, e ver é diferente de enxergar. Ver é passar os olhos, sem se deter em algo por mais de alguns segundos. Enxergar pede exame, demora e cuidado com o que se vê. Enxergar requer equilíbrio, também. Há que se enxergar o outro e a si mesmo, mas nunca em demasia, para não se tornar alguém que só se preocupa com os outros, negligenciando a si mesmo, ou enxergando apenas o próprio umbigo, ignorando o que acontece debaixo do nariz. 


A separação jogou na cara de Bruno que ele não sabia que tipo de abelha era. Bruno estava no meio de abelhas que aparentemente não só sabiam da sua função como a desempenhavam com precisão e a vida lá fora parecia funcionar muito bem. Menos a vida dele. Será que Rebeca foi o portal de Bruno para a sua autodescoberta? Isso é o que fica no ar, à critério da imaginação dos espectadores. É claro que eu criei um desfecho bem bacana para Bruno, afinal, sofri e chorei com ele a cada cena doída e crítica. Fabio Porchat me encanta, seja na comédia ou no drama. Quando se é bom, se é. E o Fabio é bom, muito bom. 
Fica a indicação para quem gosta de assistir filmes que causem indagações e reflexões das mais rasas às mais complexas. É um filme que cutuca, mexe e faz os nossos neurônios fervilharem. Ou seja, é um filme extremamente válido nesse mundo no qual ninguém escuta ou enxerga nada, nem a si próprio.

Erica Ferro
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Trailer:


*A sinopse foi extraída do site Filmow;
**As imagens foram encontradas na fan page do filme.

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22 maio 2015

Filme: Poder Além da Vida


Título: Peaceful Warrior (Original) / Poder Além da Vida (Brasil)
Ano de produção: 2006
Direção: Victor Salva
Gênero: Drama; Esporte
País: Estados Unidos
Sinopse: Dan Millman é um talentoso ginasta com sonhos Olímpicos. Ele tem tudo: troféus, amigos, motos velozes, belas garotas e festas “animais”. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando conhece Sócrates (Nick Nolte), um homem estranho e misterioso capaz de entrar em contato com novos mundos de força e compreensão.
Após um grave acidente, Sócrates e a jovem Joy (Amy Smart) ajudam Dan a descobrir que ainda há muito a aprender, e muito mais para deixar para trás, antes de se tornar um “Guerreiro da Paz” e encontrar seu destino. Uma comovente história sobre o poder do espírito humano.
Site Oficial: http://www.thepeacefulwarriormovie.com.


Depois de mil anos, cá estou eu para atualizar esse blog. Como podem ver, continuo hiperbólica e procrastinadora. Mas eu sei que vocês me amam (ou me aturam) mesmo assim, seus lindos! Há um bom tempo – e quando digo um bom tempo, é muito tempo mesmo – que li a sinopse desse filme num post da minha cara amiga gaúcha Ana Seerig. Desde então, pensei “Que fabuloso, quero ver esse filme!”. Adicionei-o, então, à lista de “Quero ver” da minha conta do Filmow. Porém, não sei por que, demorei esse tempo todo pra ver. Na verdade, sou meio hiperativa, sendo custoso me fazer ficar parada por mais de uma hora assistindo a um filme. O filme tem que ser muito bom para que eu consiga ficar quieta, totalmente mergulhada nas cenas da película. E, caramba, Poder Além da Vida conseguiu me fisgar! É um filme dramático, mas com uma porção exata de comicidade e fantasia – elementos esses que só tornaram o filme ainda mais envolvente. Aliás, é um filme meio que autobiográfico. Isso colaborou para que eu me encantasse mais ainda com a história!
Poder Além da Vida, sobretudo, nos faz pensar e refletir sobre vários aspectos da vida. É um filme que nos convida a uma reflexão profunda sobre nós mesmos e sobre os outros. Dan Millman é um grande cara da ginástica, com chances reais de conseguir chegar às Olimpíadas. Isso é ótimo, certo? Certo, de fato é algo ótimo. A vida de Dan é aparentemente perfeita em todos os aspectos. Até que... Dan sofre um acidente e os médicos consideram improvável que ele volte ao esporte. Dan fica inconsolável, obviamente. Coisa que eu entendo e pude sentir perfeitamente por ser atleta e não conseguir me imaginar longe dos treinos e das competições de natação. Depois disso, a vida de Dan decai de um modo deplorável. Ele não pode mais treinar, consequentemente ninguém mais o paparica como uma promessa olímpica. E eis então que Sócrates passa a ter um importante papel na vida de Dan. Dessa maneira, ao longo do filme, podemos questionar, juntamente com o protagonista e o seu mestre Sócrates, a suposta vida perfeita que Dan tinha. Sócrates é uma figura misteriosa e fantástica que surge na vida de Dan com a finalidade de incomodá-lo. E quando falo incomodar, me refiro a um sentido bom dessa palavra. Há algo de bom no ato de incomodar?, vocês me perguntam. Sim, respondo-lhes. Imaginem que vocês vivem as suas vidas, mas não sabem por que vivem o que vivem, não sabem qual o sentido de realizarem as atividades que fazem diariamente, muito menos sabem quem são. Agora, visualizem alguém entrando em suas vidas e lhes direcionando, por meio de vários ensinamentos e exercícios, a enxergarem a si mesmos e o mundo em que vivem. Porque enxergar é diferente de ver. Nós vemos várias coisas e pessoas todos os dias, mas será que as vemos, de verdade? Será que enxergamos essa gama de coisas, pessoas e situações? Especialmente, será que nos enxergamos? Vocês sabem quem são? Vocês sabem o que lhes despertam amores e horrores? Qual é a razão da suas existências? Vocês já se perguntaram isso? Vale tudo na vida? O que vale na vida? O que importa para vocês? 
São inúmeros os questionamentos que podemos fazer com bases nos diálogos de Dan e Sócrates. A vida tem a ver com amor. Viver tem a ver com aproveitar cada momento. Viver, também, tem a ver com dar um passo de cada vez. Não adianta devanear e criar mil e uma possibilidades para momentos futuros. O futuro não nos pertence. O que temos é o agora, é o já. O nosso lugar é no aqui, nossa hora é agora e somos esse momento, como Dan bem diz numa das cenas mais marcantes do filme.
O roteiro é baseado no livro semi-autobiográfico O caminho do guerreiro pacífico, de Dan Millman. Dan é um ex-ginasta e escritor norte-americano que segue um estilo de escrita que se encaixa numa autoajuda mística. O enredo desse filme é primoroso e altamente filosófico, fator que me cativou ainda mais. Gostei bastante da atuação de Scott Mechlowicz e Nick Nolte. Fiquei muito satisfeita com a evolução de Dan e me apaixonei pela sabedoria de Sócrates.
De modo algum é um filme somente sobre esportes. O esporte, nesse filme, é apenas o pano de fundo para a abordagem de várias questões existenciais. Recomendo a todos, sobretudo para àqueles que se deleitam em roteiros reflexivos e filosóficos.
Se assistirem, não se esqueçam de me mandar um recado dizendo o que acharam de Poder Além da Vida.

Vejam o trailer:


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03 maio 2015

Swimming Open Championship CAIXA Loterias 2015

Oi, criaturas bonitas! Faz um tempinho que não posto nada aqui, né? Sabe como é, dar conta da vida de atleta e de universitária às vezes é bem complicado. No entanto, sempre que possível, venho aqui e tiro as poeiras do meu querido blog. Afinal, além de nadar e estudar as mais variadas facetas da Biblioteconomia, uma das coisas que mais me proporciona alegria e paz é escrever. No corre-corre diário, até fico meio sufocada porque não consigo colocar alguns sentimentos, pensamentos e até ficções em textos. 
Hoje consegui sentar em frente ao computador com o intuito de contar um pouco sobre como foi a minha primeira competição internacional. Estive em São Paulo/SP dos dias 22 a 25 de abril participando do Swimming Open Championship CAIXA Loterias

Minha credencial.

Sou declaradamente uma amante de esportes. Eu amo de paixão acompanhar os eventos esportivos, seja pela televisão ou ao vivo. Mas é claro que, como atleta, eu amo bem mais competir. Sempre considerei a participação num evento internacional algo grandioso e extremamente emocionante na vida de um atleta. Eu aguardava ansiosamente que eu pudesse participar de um campeonato assim algum dia. E finalmente aconteceu! Foi mais do que lindo, minha gente. Foi memorável. Foi inesquecível. Foi totalmente incrível. O Open CAIXA desse ano reuniu mais de 500 atletas de 24 países das modalidades de natação e atletismo. Muita gente boa e raçuda buscando melhorar as suas marcas e atingir os seus objetivos. E eu fiz parte dessa gente.

Uma das fotografias mais bonitas que eu tenho nadando.
 Adorei essa foto, de verdade.
Foto tirada no aquecimento do dia 24/04, por Pedro Ernesto,
fotógrafo e pai de uma nadadora paralímpica.

A competição de natação se deu no Parque Aquático Caio Pompeu de Toledo, no Ibirapuera. Caramba, quando eu entrei no parque aquático, me arrepiei instantaneamente. Gente de diversos países num mesmo ritmo, energia e magia. Gente de diversas partes do mundo dividindo a mesma piscina e se preparando para nadarem da melhor forma que conseguissem. Aquilo já me deixou energizada. Eu entrei rapidamente no clima. Não senti o peso de ser uma novata em uma competição internacional. Foi tudo tão natural, tão tranquilo, que me senti como se já fizesse parte daquilo desde sempre. Foi adorável!

Seleção da Suécia. Todos muito queridos!

Foram três dias de competições, dos dias 23 a 25, divididos duas etapas, com semifinais e finais, com exceção do último dia, em que houve apenas uma etapa. Todas as minhas provas correram no dia 24, na sexta-feira. No dia 23, fui a piscina apenas para fazer um treino leve e sentir a piscina. Foi muito importante esse reconhecimento prévio do ambiente da competição. Já fiquei empolgada e com "sangue nos olhos" (risos). 

Foto da final dos 100m costas. Sou a primeira da direita para esquerda. Raia 8.

Na sexta, dia 24, já levantei ansiosa e com aquele já conhecido frio na barriga, o que é normal e importante para gerar uma adrenalina boa no corpo. A ansiedade em excesso é que faz mal e atrapalha terrivelmente. Nadei três provas, com um intervalo relativamente curto entre uma e outra. Foram os 50m livre, 50m costas e 100m costas. Como eu estava nadando com feras do Brasil e do mundo, não pensei que eu conseguiria avançar às finais dessas provas. Mas avancei! Não houve final dos 50m costas, prova na qual obtive a primeira colocação. Nadei as finais dos 50m livre e 100m costas, obtendo a 6ª e a 8ª colocação, respectivamente. Melhorei as minhas marcas em todas as provas que nadei, mas, obviamente, sempre fica aquela sensação de que poderia ser melhor. E será, na próxima competição. Com empenho, foco e força, mas, sobretudo, amor, chega-se longe!

Ao lado do meu anjo loiro de sorriso largo e coração enorme.

Após a competição, ainda na sexta-feira, fui convidada a ir ao Teatro Frei Caneca assistir a peça Meu Passado Me Condena, com Miá Mello e Fabio Porchat. Ri horrores. Os dois têm um entrosamento ótimo e as cenas se dão com uma naturalidade que prende facilmente o espectador. As tiradas são ótimas e fazem a plateia gargalhar e suspirar com esse casal fora do normal. Recomendo! E, caramba, imagina que esse danado do Porchat, no fim peça, pediu pra eu levantar e disse para plateia "Essa é a Erica Ferro, nadadora paralímpica, minha atleta, que ganha uma porrada de medalhas pelo Brasil. Palmas pra ela.". Cacilda! Visualiza que coisa linda ouvir aplausos por todos os cantos do teatro. Valeu DEMAIS!
Segunda vez que ele faz isso! A primeira foi no Gustavo Leite, aqui em Maceió, no ano passado. Digam-me: tem como não amar esse loiro?
Ele é ARRETADO! E esse sorriso lindo? Vale por ele e por mim, que só sorrio com o coração! Depois, fui ao camarim com a minha querida Isabella, mãe dele, dar abraços quentinhos nesse cara que eu tanto gosto.

Baita kit enviado pela ADIDAS por intermédio do Porchat.
Além de eu ter a chance de abraçá-lo por duas vezes e trocado umas palavrinhas com ele no camarim, Fabio me entregou um kit incrível enviado, em parceria, pela Adidas. Eu adorei cada peça, pois além de lindas, confortáveis e de alta qualidade, serão muito úteis nos meus treinamentos e competições. Deixo aqui o meu agradecimento a Adidas, que, através do Fabio Porchat, conheceu a minha história e aceitou me dar esse importante suporte para que eu continue trabalhando em busca da minha melhor performance.
De coração, muito obrigada a todos os envolvidos! 
  
O Open foi lindo! Agarrei-o com os dois braços,
 uma mão e um cotoco! *risos*

Guardei cada momento, alegria e aprendizado num cantinho muito especial da minha mente e do meu coração. Friso aqui que a minha participação nesse evento não seria possível sem o meu anjo loiro, o Fabio Porchat, que me dá todo o suporte para rodar esse país fazendo o que amo, que é nadar e espalhar esse amor por onde quer que eu vá. Muito obrigada, Fabio Porchat, por ser essa criatura incrível, apaixonante e apaixonada não só pelo que faz, mas também em facilitar a realização dos sonhos de outras pessoas. Você é lindo, por fora e especialmente por dentro. Sua alma é linda e sou extremamente encantada por ela! 
Isabella Robinson, você é extremamente linda e querida, assim como seu filho. Agradeço imensamente pelo carinho e tudo o que fez e faz por mim.
Stella Rossi, obrigada por ser tão querida e disposta a me ajudar em tudo o que pode. 
Diego Calado, você é o melhor técnico do mundo. Acredite nisso. Tenho um carinho e um respeito imenso por você como profissional, mas olha... como ser humano, você consegue ser ainda mais imbatível. Obrigada por estar comigo nos bons e nos maus momentos, me dando suporte técnico e humano quando eu mais preciso.

Por fim, quero agradecer aos meus familiares e amigos por sempre estarem na torcida, me incentivando e me "empurrando", no bom sentido da palavra, a evoluir não só no esporte, mas, sobretudo, na vida.
Amo vocês!

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